Para quem gostaria de incluir informações metereológicas em um site ou aplicação PHP, segue uma dica de como fazer isso usando o web service provido pelo site The Weather Channel.
Para quem gostaria de incluir informações metereológicas em um site ou aplicação PHP, segue uma dica de como fazer isso usando o web service provido pelo site The Weather Channel.
Estive observando as perguntas que aparecem em listas de discussão de PHP e notei que vários programadores não conhecem todos recursos da linguagem. Então resolvi separar aqui alguns dos principais recursos da linguagem em níveis. Assim, você tem condições de se auto-avaliar e saber o que ainda pode aprender para melhorar.
Achei um post interessante sobre o assunto "PHP ou Java" e resolvi compartilhá-lo por aqui: PHP ou Java.
Na minha humilde opinião, Java é uma linguagem que já nasceu baseada em conceitos, padrões e estratégias consolidadas. Por outro lado, o PHP nasceu como um projeto pessoal e cresceu (muito). A partir da versão 5, o PHP começou a aperfeiçoar seus recursos relacionados à orientação a objetos e acredito que hoje possa fazer praticamente tudo que se faz em Java. E diria mais: pode fazer coisas que Java não pode ou que só pode com um esforço estupidamente maior.
No final das contas, PHP propicia uma facilidade de aprendizado mais rápido que Java, ocasionando em muitas pessoas se interessando por ela. Pessoas boas e ruins. Por outro lado, Java costuma ser aprendido em cursos superiores, normalmente por pessoas com mais noções de POO.
Se você ainda é um daqueles que acha que PHP não pode ser utilizado por grandes aplicações, segue uma lista com alguns aplicativos famosos feitos em PHP:
Dia 18/08 foi lançado o PHP 5.3.7, com um pacotão de correções da linha 5.3.X. Porém, dia 22/08 foi observado um bug considerado grave e, imediatamente, a equipe lançou a correção na versão 5.3.8 no dia 23/08.
Portanto, não é recomendado instalar a versão 5.3.7, mas sim a versão 5.3.8.
Os bugs encontrados eram relativamente simples:
Note que o PHP 5.4 já está em fase beta, e logo estará disponível com novas funcionalidades. A linha 5.3.X, a princípio, deve receber apenas correções e upgrade de bibliotecas, mas não deve ter novos recursos.
Quem trabalha com design Web e CSS, deve conhecer a propriedade overflow, que define como será o comportamento de um bloco em relação à sua rolagem caso o seu tamanho seja inferior ao do seu conteúdo. Mas hoje me deparei com a propriedade text-overflow, que eu nunca havia visto. Ela é muito simples, mas só está prevista para o CSS 3.
O Firefox só suportará esta propriedade na versão 7, enquanto outros navegadores já a suportam há algumas versões. O interessante é que o Internet Explorer suporta a propriedade desde a versão 6.0 (aquela famosa versão). Creio que seja uma invenção da Microsoft na época e que acabará se tornando um padrão.
A Web surgiu como hipertextos bastante simples. A primeira geração gráfica ficou marcada por uma extensa lista de sites com gifs animados, textos coloridos e layout com tabela. Mais tarde começaram a pipocar sites montados com frames, onde se separava título, menu e conteúdo em frames separados. Com o passar dos anos os web designers passaram a adotar os padrões da W3C e utilizar corretamente a semântica das tags (tableless). Mais recentemente, ocorreu uma explosão de sistemas Web de alta popularidade, que exploraram a chamada Web 2.0, com recursos mais interativos sustentados basicamente por JavaScript. Porém, do ano passado para cá, tenho notado uma nova geração de Web Design. Neste artigo, vamos discutir alguns elementos que tem surgido e o que cada um pode impactar na usabilidade.
Embora PHP seja especialmente desenvolvido para geração de páginas dinâmicas (HTML), ele também possui recursos para manipular outros tipos de dados, por exemplo, imagens. Neste post, veremos como trabalhar com a biblioteca GD sem precisar criar uma matriz de cores da imagem, ou seja, trabalhar diretamente na imagem.
Dica rápida com uma lista de constantes importantes do PHP:
Ao utilizar a função mail do PHP, você pode se deparar com um inconveniente por causa de codificação de caracteres usada para o assunto ou o conteúdo do e-mail. O problema é que o protocolo SMTP só permite a transmissão de dados em US-ASCII. Para utilizar caracteres que não fazem parte da tabela US-ASCII, é preciso utilizar um mecanismo de codificação dos dados para que o resultado seja compatível com US-ASCII. Neste artigo, veremos como fazer isso e enviar e-mail com assunto e conteúdo corretamente.
Vira e mexe existe alguém aparecendo com problemas com apresentação de caracteres por conta de codificação de caracteres errada. Já escrevi sobre Unicode, Códigos e Símbolos Unicode e sobre HTML entities. Mas neste artigo, veremos como utilizar UTF-8 em tudo e nunca mais ver caracteres sendo exibidos errado.